– Lembrei de pequenos momentos da Believe Tour, quando ainda estávamos juntos. - fecho os olhos novamente - die in your arms... - ouvindo ele falar, as memórias começam a passar na minha cabeça, como em um filme.
"Um dia ele estava me contando seus planos para a turnê enquanto ouvíamos as musicas que fariam parte da tracklist.
– So you love me as much as I love you?
– Would you hurt me baby? Could you do that to me?
– Would you lie to me, baby, cause the truth hurts to much more? - ficamos ali, intercalando trechos da música, e percebemos que Die In Your Arms daria um ótimo dueto.
– Amor, o que acha de cantar essa música comigo na turnê?
– É sério?
– Claro que é sério!
– Eu...
– Ah, não vem com essa de não sei, você topa sim.
E foi assim que eu entrei na Believe tour."
Lembro de todos os shows em que entrei junto com ele para cantarmos aquela música, que virou a "nossa música". No começo os fãs estranharam, mas depois eles aceitaram numa boa e fizeram trocentas montagens de nós com essa música ao fundo... Durante o tempo em que ficamos separados, ele cantou sozinho e, segundo ele, não era a mesma coisa.
– Lembra do show no dia 7 de março, quando estávamos separados?
– Lembro... - Justin fala.
"Havíamos 'terminado' três meses antes. Nós dois já tínhamos conversado por mensagem, mas mesmo assim estávamos bem abalados com aquela distância toda. Eu tentava não deixar transparecer, mas Justin nem tentava mais esconder. Ainda mais quando ele teve que fazer um show no dia do meu aniversário sem mim ao lado. Ele estava em Londres, e ele me via em tudo que olhava na cidade, pois é um lugar que eu amo muito e sempre sonhei em conhecer.
"Um dia ele estava me contando seus planos para a turnê enquanto ouvíamos as musicas que fariam parte da tracklist.
– So you love me as much as I love you?
– Would you hurt me baby? Could you do that to me?
– Would you lie to me, baby, cause the truth hurts to much more? - ficamos ali, intercalando trechos da música, e percebemos que Die In Your Arms daria um ótimo dueto.
– Amor, o que acha de cantar essa música comigo na turnê?
– É sério?
– Claro que é sério!
– Eu...
– Ah, não vem com essa de não sei, você topa sim.
E foi assim que eu entrei na Believe tour."
Lembro de todos os shows em que entrei junto com ele para cantarmos aquela música, que virou a "nossa música". No começo os fãs estranharam, mas depois eles aceitaram numa boa e fizeram trocentas montagens de nós com essa música ao fundo... Durante o tempo em que ficamos separados, ele cantou sozinho e, segundo ele, não era a mesma coisa.
– Lembra do show no dia 7 de março, quando estávamos separados?
– Lembro... - Justin fala.
"Havíamos 'terminado' três meses antes. Nós dois já tínhamos conversado por mensagem, mas mesmo assim estávamos bem abalados com aquela distância toda. Eu tentava não deixar transparecer, mas Justin nem tentava mais esconder. Ainda mais quando ele teve que fazer um show no dia do meu aniversário sem mim ao lado. Ele estava em Londres, e ele me via em tudo que olhava na cidade, pois é um lugar que eu amo muito e sempre sonhei em conhecer.
Então, entrar no palco sem ter me visto nos bastidores, foi doloroso. Ele já havia me enviado parabéns mais cedo, mas não era a mesma coisa sem mim ali.
– Bom gente, hoje é aniversário de alguém muito importante para mim - falou entre uma música e outra, meio envergonhado. - Hoje a Gi completa 16 anos, mas infelizmente não estamos juntos para comemorar essa data. Como todos sabem, demos um tempinho no nosso namoro no começo do ano, e estamos separados desde então. - todos fizeram um ooooh triste na plateia - Enfim, a próxima música é Die In Your Arms que, como vocês sabem, ela canta junto comigo nos shows. Eu consegui cantar sozinho nas últimas vezes, mas hoje não vou conseguir. Ao invés disso vou cantar 'Stuck In The Moment' no violão. Bom, Gi, eu te amo e espero que esteja bem. - ele pegou um violão que estava ali e começou a cantar e tocar, sozinho, o que era incomum em uma turnê, pois as músicas acústicas ele sempre cantava com o Dan.
Naquele mesmo dia ele me mandou uma outra mensagem, maravilhosa, me desejando um feliz aniversário novamente. Além de me parabenizar pelo meu dia, ele me agradeceu por tudo, falou cada uma das coisinhas pelas quais ele era grato em relação a nós. Falou que me amava e que estaria ali para o que eu precisasse. Eu não soube muito bem como reagir àquele texto. Ele acabou comigo de uma forma inexplicável. Eu quase desisti de tudo e peguei um avião para lá, quase voltei para ele. Chorei, li e reli as suas palavras e desejei, de todo o meu coração, que o tempo passasse mais rápido. Também me arrependi e me culpei por ter ido embora. Coloquei na minha cabeça que eu estava errada. E, por fim, mandei um áudio para ele explicando tudo isso que eu estava sentindo.
Ele acabou me convencendo do contrário, falou que tinha muito orgulho de mim por ter feito aquilo, que se fosse ele no meu lugar não conseguiria colocar a escola na frente de um relacionamento, que ele não seria forte a ponto de fazer o que eu fiz.
Consegui me acalmar um pouco com as suas palavras, mas ainda assim me sentia mal. Só voltei ao normal quando minhas amigas me deram uma lição de moral e me fizeram ver que eu estava certa sim, só estava fazendo um drama desnecessário. Depois disso, tudo ficou relativamente bem."
– Você fez tanto drama... E olha para nós agora.
– Pois é! Giovana do passado, shh.
– Shh - ele fala me beijando e me levando ao paraíso.
Durante o beijo, lembro-me de outra ocasião entre nós dois durante um show.
"No dia 3 de novembro, no Rio de Janeiro, dia seguinte ao nosso retorno, ele tinha um show para fazer e eu fui com ele. Fiquei nos bastidores, assistindo, e no meio do show, entre uma música e outra, ele se sentou no palco e começou a falar:
– Oi gente, eu tenho uma coisa pra contar pra vocês. Lembram da Gi, minha namorada? Nós tínhamos dado um tempo no começo do ano... Bom, ontem a gente conversou e... nós voltamos - ele abriu um sorriso enorme, e eu, nos bastidores, sorri com ele - finalmente. - a multidão bateu palmas e comemorou a nossa volta.
Justin foi até onde eu estava para me buscar, me deu um abraço enorme e um beijo antes de irmos para o palco.
– Obrigado por tudo - ele sussurrou e andamos até lá, sorrindo e de mãos dadas, sob os gritos da multidão.
– Oi gente! - falei acenando para eles, que gritaram mais ainda - é, eu voltei. Vocês vão ter que dividir o Justin comigo de novo, tudo bem? - após mais uma sessão de gritos, sorri e voltei a falar - vou levar isso como um sim.
– Mas dessa vez ela não vai embora, né amor? - eu assenti e nos abraçamos.
Os fãs começaram a gritar "beija, beija" em coro, e então demos um beijo apaixonado que, como sempre, me tirou da realidade por um momento.
– Eu te amo - falei, me esquecendo do pequeno microfone preso à minha boca.
– Também te amo - respondeu. Nos abraçamos novamente e, só então lembramos que estávamos em um show.
Cantamos "Die In Your Arms" juntos, como antigamente, e no final fizemos uma cena que costumávamos fazer - Justin cantando "baby please don't go, no" e eu indo embora do palco. Logo depois eu voltava, acenava para ele e para o público e ia para o backstage acompanhar o resto do show - mas dessa vez ele não me deixou ver o show dos fundos, ele fez questão que eu assistisse sentada no palco, perto do resto da banda e cantores de apoio. De vez em quando, entre uma música e outra, ele ia lá e me abraçava, causando comoção entre os fãs novamente."
– Outra lembrança - falo separando o beijo - to gostando desse negocio de reviver nosso relacionamento.
– Também gostei, deixa eu pensar - ele fecha os olhos e fica assim por alguns segundos. - lembra do believe movie?
– CLARO QUE LEMBRO!
– Bom gente, hoje é aniversário de alguém muito importante para mim - falou entre uma música e outra, meio envergonhado. - Hoje a Gi completa 16 anos, mas infelizmente não estamos juntos para comemorar essa data. Como todos sabem, demos um tempinho no nosso namoro no começo do ano, e estamos separados desde então. - todos fizeram um ooooh triste na plateia - Enfim, a próxima música é Die In Your Arms que, como vocês sabem, ela canta junto comigo nos shows. Eu consegui cantar sozinho nas últimas vezes, mas hoje não vou conseguir. Ao invés disso vou cantar 'Stuck In The Moment' no violão. Bom, Gi, eu te amo e espero que esteja bem. - ele pegou um violão que estava ali e começou a cantar e tocar, sozinho, o que era incomum em uma turnê, pois as músicas acústicas ele sempre cantava com o Dan.
Naquele mesmo dia ele me mandou uma outra mensagem, maravilhosa, me desejando um feliz aniversário novamente. Além de me parabenizar pelo meu dia, ele me agradeceu por tudo, falou cada uma das coisinhas pelas quais ele era grato em relação a nós. Falou que me amava e que estaria ali para o que eu precisasse. Eu não soube muito bem como reagir àquele texto. Ele acabou comigo de uma forma inexplicável. Eu quase desisti de tudo e peguei um avião para lá, quase voltei para ele. Chorei, li e reli as suas palavras e desejei, de todo o meu coração, que o tempo passasse mais rápido. Também me arrependi e me culpei por ter ido embora. Coloquei na minha cabeça que eu estava errada. E, por fim, mandei um áudio para ele explicando tudo isso que eu estava sentindo.
Ele acabou me convencendo do contrário, falou que tinha muito orgulho de mim por ter feito aquilo, que se fosse ele no meu lugar não conseguiria colocar a escola na frente de um relacionamento, que ele não seria forte a ponto de fazer o que eu fiz.
Consegui me acalmar um pouco com as suas palavras, mas ainda assim me sentia mal. Só voltei ao normal quando minhas amigas me deram uma lição de moral e me fizeram ver que eu estava certa sim, só estava fazendo um drama desnecessário. Depois disso, tudo ficou relativamente bem."
– Você fez tanto drama... E olha para nós agora.
– Pois é! Giovana do passado, shh.
– Shh - ele fala me beijando e me levando ao paraíso.
Durante o beijo, lembro-me de outra ocasião entre nós dois durante um show.
"No dia 3 de novembro, no Rio de Janeiro, dia seguinte ao nosso retorno, ele tinha um show para fazer e eu fui com ele. Fiquei nos bastidores, assistindo, e no meio do show, entre uma música e outra, ele se sentou no palco e começou a falar:
– Oi gente, eu tenho uma coisa pra contar pra vocês. Lembram da Gi, minha namorada? Nós tínhamos dado um tempo no começo do ano... Bom, ontem a gente conversou e... nós voltamos - ele abriu um sorriso enorme, e eu, nos bastidores, sorri com ele - finalmente. - a multidão bateu palmas e comemorou a nossa volta.
Justin foi até onde eu estava para me buscar, me deu um abraço enorme e um beijo antes de irmos para o palco.
– Obrigado por tudo - ele sussurrou e andamos até lá, sorrindo e de mãos dadas, sob os gritos da multidão.
– Oi gente! - falei acenando para eles, que gritaram mais ainda - é, eu voltei. Vocês vão ter que dividir o Justin comigo de novo, tudo bem? - após mais uma sessão de gritos, sorri e voltei a falar - vou levar isso como um sim.
– Mas dessa vez ela não vai embora, né amor? - eu assenti e nos abraçamos.
Os fãs começaram a gritar "beija, beija" em coro, e então demos um beijo apaixonado que, como sempre, me tirou da realidade por um momento.
– Eu te amo - falei, me esquecendo do pequeno microfone preso à minha boca.
– Também te amo - respondeu. Nos abraçamos novamente e, só então lembramos que estávamos em um show.
Cantamos "Die In Your Arms" juntos, como antigamente, e no final fizemos uma cena que costumávamos fazer - Justin cantando "baby please don't go, no" e eu indo embora do palco. Logo depois eu voltava, acenava para ele e para o público e ia para o backstage acompanhar o resto do show - mas dessa vez ele não me deixou ver o show dos fundos, ele fez questão que eu assistisse sentada no palco, perto do resto da banda e cantores de apoio. De vez em quando, entre uma música e outra, ele ia lá e me abraçava, causando comoção entre os fãs novamente."
– Outra lembrança - falo separando o beijo - to gostando desse negocio de reviver nosso relacionamento.
– Também gostei, deixa eu pensar - ele fecha os olhos e fica assim por alguns segundos. - lembra do believe movie?
– CLARO QUE LEMBRO!
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